Acordes além da tríade
O que uma cifra pode ter depois da letra e da qualidade: o trítono que move tudo, os acordes suspensos e de sexta, as extensões, as dominantes alteradas, os diminutos, e a transposição para tocar qualquer um deles em qualquer tom.
Entrar para se matricular Os cursos fazem parte da assinatura.
1. O intervalo que move
- Seis semitons
A metade da oitava, o único intervalo simétrico, e a razão de toda dominante pedir resolução.
2. Sem terça, com sexta
- A terça que sai
A quarta ou a segunda no lugar da terça, o acorde que não é maior nem menor, e a resolução de um dedo.
- O repouso com cor
A sexta somada à tríade, o final da bossa e do choro, e o acorde que a cifra confunde com o menor com sétima da relativa.
3. Acima da sétima
- Cor, não estrutura
Nona, décima primeira e décima terceira como o empilhamento continuado, o que a numeração implica, e o que cortar quando faltar mão.
- Mais um semitom apontando
A nona bemol, a nona sustenida e a quinta aumentada na dominante, e por que cada uma reforça a resolução em vez de atrapalhá-la.
- Quatro nomes para o mesmo acorde
Terças menores empilhadas até fechar a oitava, dois trítonos cruzados, a dominante sem baixo, e o acorde de passagem do choro.
4. Em qualquer tom
- A mesma música em outra altura
Somar o mesmo intervalo a toda nota, levar a armadura junto, e pensar por graus para que isso seja automático.