Teoria Musical

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Acordes além da tríade

O que uma cifra pode ter depois da letra e da qualidade: o trítono que move tudo, os acordes suspensos e de sexta, as extensões, as dominantes alteradas, os diminutos, e a transposição para tocar qualquer um deles em qualquer tom.

prático · 4 módulos · 7 lições

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1. O intervalo que move

  1. Seis semitons

    A metade da oitava, o único intervalo simétrico, e a razão de toda dominante pedir resolução.

2. Sem terça, com sexta

  1. A terça que sai

    A quarta ou a segunda no lugar da terça, o acorde que não é maior nem menor, e a resolução de um dedo.

  2. O repouso com cor

    A sexta somada à tríade, o final da bossa e do choro, e o acorde que a cifra confunde com o menor com sétima da relativa.

3. Acima da sétima

  1. Cor, não estrutura

    Nona, décima primeira e décima terceira como o empilhamento continuado, o que a numeração implica, e o que cortar quando faltar mão.

  2. Mais um semitom apontando

    A nona bemol, a nona sustenida e a quinta aumentada na dominante, e por que cada uma reforça a resolução em vez de atrapalhá-la.

  3. Quatro nomes para o mesmo acorde

    Terças menores empilhadas até fechar a oitava, dois trítonos cruzados, a dominante sem baixo, e o acorde de passagem do choro.

4. Em qualquer tom

  1. A mesma música em outra altura

    Somar o mesmo intervalo a toda nota, levar a armadura junto, e pensar por graus para que isso seja automático.