Harmonia funcional para quem toca
A continuação de "Harmonia para quem toca". Do campo harmônico às fórmulas que a música popular repete — funções, cadências, II-V-I, dominantes secundárias e o turnaround — com o instrumento na mão e uma cifra de verdade em cada passo.
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1. O mapa
- O baixo escolhe o peso
As mesmas notas com outro baixo são o mesmo acorde com outro peso, e a cifra com barra é o jeito de pedir isso.
- O mapa das tonalidades
Doze tonalidades num círculo, um acidente por passo, e o trajeto por quintas que as progressões preferem.
2. A frase
- Sete acordes, três papéis
Cada grau do campo harmônico cumpre um de três papéis, e é o papel que decide o que o acorde pode fazer numa música.
- Onde a música respira
As fórmulas que encerram uma frase e o quanto cada uma conclui, do ponto final à vírgula.
3. As fórmulas
- A fórmula de três acordes
Preparação, tensão e repouso em três acordes, e como reconhecer a sequência mais frequente da música popular em qualquer cifra.
- O acorde de fora que soa em casa
Acordes emprestados de outra tonalidade que fazem o trabalho de dominante em direção a um grau que não é o primeiro.
- A volta que soa inevitável
A sequência curta que fecha uma seção e devolve a música ao começo, montada com tudo o que o curso ensinou.