Harmonia para quem toca
Do nome das notas ao campo harmônico, na ordem em que uma coisa explica a outra, com o instrumento na mão e uma prática de ouvido em cada passo que tem o que ouvir.
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1. O material
- Doze sons, sete nomes
O que uma nota é, por que há doze e não sete, e a regra que escolhe entre dois nomes para o mesmo som.
- Intervalos, contados duas vezes
A distância entre duas notas tem número e qualidade, e o ouvido aprende a ouvir os dois.
2. Escalas e tonalidades
- A escala maior é uma fórmula
Uma sequência de tons e semitons que, aplicada a qualquer nota, produz a escala daquela nota e decide a grafia inteira.
- Armaduras, e a ordem fixa
Os acidentes de uma tonalidade recolhidos no início da pauta, numa ordem que nunca muda, e o truque que lê a tonalidade num segundo.
- As três menores
Natural, harmônica e melódica não são três gostos, são três respostas a um mesmo defeito.
3. Acordes
- Tríades, só quatro
Três notas empilhadas em terças, e por que só existem quatro qualidades, todas decididas pelos intervalos.
- Ler uma cifra por partes
A cifra do songbook lida em cinco campos, cada um respondendo a uma pergunta, sem decorar nada.
- Tétrades, e o trítono
A quarta nota muda o acorde de estado para direção, e um único intervalo interno explica por quê.
4. Harmonia no instrumento
- O campo harmônico maior
Sete acordes que nascem de uma escala só, e a razão de cada qualidade cair onde cai.
- O braço como régua
Seis cordas, uma casa por semitom, e duas regras que dispensam decorar o braço inteiro.